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Inicio Rota do Património Termalismo na Romanização
 

Programa

  1. apresentação em auditório do tema proposto;

  2. permanência de guias em todos os pontos do circuito;

  3. bibliografia de apoio ao evento;

  4. transporte, alojamento, alimentação e entradas nos sítios e museus incluídos no pack;

  5. menu gastronómico regional, opcional lista;

  6. complemento musical para o jantar de Sábado;

  7. o evento realizar-se-á com um número mínimo de 20 participantes inscritos. Alternativas para este mesmo tema, quer ao número de inscritos, no calendário ou extensão do programa, estão disponíveis. Consulte-nos através dos meios na área de contactos.

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A importância do termalismo na romanização

Miróbriga, Tróia e Pax Julia (Beja)

Setembro de 2017 - 8, 9 e 10 (mais opções em Agenda, neste web-site)

O termalismo desempenhava na sociedade romana um papel simultaneamente social, político e cultural, muito para além do obviamente definido, a higiene pessoal e cuidar do corpo em termos físicos.

Espaços estruturalmente organizados, com objetivos claros e precisos mostram bem a complexidade arquitectónica e um perfeito domínio de técnicas e materiais utilizados na construção dos mesmos.

As termas de Miróbriga são exemplo de equipamentos urbanos onde a distribuição e organização interna dos vários espaços e localização preferencial de estruturas deixam perceber uma técnica de engenharia que a civilização romana dominava na perfeição. Os dois edifícios de diferentes períodos, construídos a partir dos finais do século I d.C (termas Este) e segunda metade do século II d.C. (termas Oeste), e provavelmente a estrutura termal mais bem conservada em território português, mostram equipamentos, paredes e pavimentos revestidos a calcário a par com uma decoração e técnicas de construção onde primam o rigor e bom gosto. Estruturas como o hipocaustum ou o praefurnium estão na posição em que as construíram e não é difícil imaginar um qualquer cidadão, à época, no caldarium, no tepidarium ou no frigidarium, ou ainda em qualquer outro compartimento como a palestra ou o apodyterium, tal o razoável estado de conservação. [04790] - [04856]

As termas de Tróia estão inseridas num complexo de fábricas de salga e preparados à base de peixe (molhos). Fazem ainda parte deste conjunto uma área habitacional, uma necrópole e um mausoléu. No conjunto que compõem as termas estão identificadas as estruturas base para as áreas aquecidas - hipocaustum, caldarium e tepidarium – e o frigidarium,  bem como o apoditerium; mantendo-se o uso de mármore como revestimento nas paredes e o pavimento a lages cerâmicas. Colunas, mosaicos polícromos e frescos executados com tintas de qualidade (Verdasca, 2010: 8) seguem a mesma linha técnica observada em Miróbriga. [04764] - [04766]

Pax Julia (Beja) foi capital de um dos três conventus iuridicus durante o período romano - circunscrição territorial jurídico-administrativa. O núcleo museológico da rua do Sembrano (escavação in situ) é talvez a mais bem conseguida representação histórica da cidade, estão representados períodos que vão da pré-história à época contemporânea sendo observável o hipocaustum de umas termas em habitação privada (domus). [04857] - [04858] - [04859]

A poucos km, para sudoeste de Pax Julia situa-se a estação arqueológica de Pisões, Villa romana construída a partir de meados do século I e ocupada pelo menos até finais do século IV. Teria sido pertença de Gaio Atílio Cordo, tomando em conta uma inscrição num pequeno altar datado do século I.

A área urbana da villa corresponde a uma domus e balnea (termas), habitação particular com mais de 40 divisões e mausoléus. Apresenta uma arquitectura e estética únicas, com pavimentos a mosaicos policromos, frescos nas paredes e instalações balneares amplas revestidas a mármore. O hipocaustum, in situ e bem conservado transmite bem a grandeza do empreendimento, não só pelas áreas ocupadas, mas também pelo estado de conservação. A par com os balnea de Miróbriga poderemos assegurar que é notável o estado de conservação de ambos.

Na ribeira da Chaminé, a aproximadamente 200 metros do complexo habitacional, uma barragem de grande capacidade (aproximadamente 40.000 m³), assegurava o fornecimento de água á villa.

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